Trabalho Escrito

Introdução



O Brasil, assim como o mundo inteiro, vem pagando um preço alto pelos prejuízos financeiros e sociais provocados pela pirataria. O debate sobre como impedir que a sociedade siga arcando com essa conta é saudável e agrega alternativas para eliminar tal prática nociva no cenário nacional e internacional, que além de prejudicar a economia ainda financia paralelamente uma diversidade de crimes.


A pirataria se refere ao desrespeito onde ocorre cópia, venda ou distribuição de material sem o pagamento dos direitos autorais. Ela envolve os mais diversos produtos, desde roupas, utensílios domésticos, remédios, livros, softwares e qualquer outro tipo de produto que possa ser copiado.


O comércio, a exposição à venda, ou a distribuição de pirataria no Brasil é um crime que no pode chegar a 4 anos de reclusão de pena, e multa. Existe uma corrente que prega a descriminalização da pirataria, porém a maior parte da jurisprudência brasileira continua no sentido de que o comércio de produtos pirateados é crime sujeito a punições. Cerca de 42% da população utiliza algum tipo de produto pirateado.

A pirataria como parte do cotidiano já é um conceito definido há tempos. A compra de produtos no mercado informal já faz parte integral do cotidiano brasileiro desde a época da tecnologia de vídeo VHS. Tanto os preços inacessíveis e desinteressantes ao público, independentemente da camada social, tornam a pirataria a quase que exclusiva e viável alternativa ao consumidor.


Motivo





Escolhemos o tema Pirataria no Brasil, pois esse é um assunto atual e presente na vida cotidiana da população. Não importa aonde irmos, vamos nos deparar com algum tipo de pirataria dentre os vários tipos existentes. Neste trabalho iremos apresentar exemplos de pirataria, mostrar os problemas causados por esse ato ilegal, oferecer soluções, baseados em pesquisas feitas com parte da população de Bauru e região.

Também mostraremos noticias recentes sobre o tema, gráficos e tabelas representando dados estatísticos referentes ao crime no Brasil. Nosso principal objetivo é estatisticamente mostrar a relação da população urbana com diferentes faixas etárias, profissões e estilo de vida com o consumo de produtos piratas, provando assim que o consumo de produtos piratas não ocorre apenas na baixa classe social, ou com pessoas com baixo nível de escolaridade.


Objetivos Gerais




Compreender como é vista a pirataria por uma amostra da população de Bauru e região e obter dados sobre a situação dos produtos pirateados, leis que inibem essa prática e a opinião de cidadãos sobre esse crime no Brasil e no mundo.


Objetivos Específicos




  1. Coletar informações sobre os produtos piratas comprados e sobre o consumidor dos mesmos.
  2. Analisar a opinião da amostra sobre a pirataria no Brasil e as medidas que estão sendo tomadas no âmbito global para diminuir essa prática.
  3. Conhecer os hábitos dos consumidores e comerciantes de produtos pirateados.

Agradecimentos




Primeiramente agradecemos a Deus por ter nos guardado e ajudado durante todo o período de desenvolvimento da pesquisa, e porque reconhecemos que sem ele não somos nada.

Aos nossos pais e amigos que durante todo o ano nos deram suporte e nos ajudaram a levar os estudos em diante com perseverança.

Ao Prof. Rodrigo Carvalho, que nos auxiliou e nos ensinou como desenvolver um projeto com seriedade.

Ao Prof. Luiz Eduardo Comin, que durante todo o ano nos ajudou em toda a parte estatística e matemática do projeto.

A todos os entrevistados que doaram parte do seu tempo para responder nossos questionários.

Ao Capitão da Polícia Militar do estado de São Paulo, Edward Gusmão de Mello e Silva que se disponibilizou para ser entrevistado pelo nosso grupo.


Fundamentação Teórica


1° Artigo:



55% da população urbana vê filmes piratas no Brasil


Mais da metade dos brasileiros residentes em áreas urbanas veem filmes piratas, revela levantamento inédito da Associação Cinematográfica dos EUA (MPAA, na sigla em inglês), obtido com exclusividade pela Folha.



O foco principal do estudo são as perdas ocasionadas pela pirataria na economia durante doze meses até o terceiro trimestre de 2010. De acordo com a pesquisa, a compra de DVDs falsificados é a modalidade mais comum, praticada por 45% da população urbana.

Segundo estimativas da MPAA, 456 milhões de unidades de filmes piratas circularam no país no período da pesquisa. O consumo ilegal de filmes ocasionou, por estes cálculos, perdas diretas de R$ 4 bilhões ao setor cinematográfico no país.

O estudo aponta que, por conta da pirataria de filmes, o Brasil deixou de arrecadar R$ 976 milhões em impostos e, se contabilizadas as perdas indiretas, o país teve extraído de seu PIB R$ 3,5 bilhões.

Ainda nas contas da indústria cinematográfica, os danos diretos e indiretos da pirataria à economia podem ser traduzidos na perda de 92 mil empregos no período de um ano.


Realizado a pedido da própria MPAA, que representa os maiores estúdios do planeta, o estudo desconsiderou no balanço das perdas a porcentagem de entrevistados que disseram ter assistido a cópias legais após verem versões piratas (18%).


Segundo a MPAA, 52% dos brasileiros disseram que teriam visto o filme em sua versão legal caso não houvesse a opção pirata.


Pesquisa divulgada pela Federação do Comércio na última terça-feira mostrou que apenas 28% dos brasileiros foram ao cinema em 2010.

PESQUISA


O estudo foi conduzido pelo instituto de pesquisa Ipsos e pela consultoria Oxford Economics. A MPAA promoveu levantamentos idênticos em países da Europa, Ásia e América do Norte - apenas Canadá e Austrália tiveram seus resultados divulgados por enquanto.


No Brasil, foram ouvidas 3.005 pessoas com idades entre 18 e 64 anos. Foi considerado pirataria o ato de assistir a um filme por meio "não autorizados", incluindo download, streaming (transmissão on-line), transferência de cópias piratas de um computador para o outro e até mesmo pegar emprestado filmes piratas. São representados pela MPAA os estúdios Disney, Sony Pictures, Universal Studios, Warner Brox, 20th Century Fox e Paramount Pictures.
Resumo:
Como podemos observar no artigo acima, mais da metade da população que habita na área urbana, assistem filmes piratas e 45% desta mesma população compra DVD’s piratas, que é a modalidade de pirataria mais praticada.
Segundo a Associação Cinematográfica dos EUA, o consumo de filmes piratas ocasionou uma perca de R$ 4 bilhões ao setor cinematográfico do país.

Já o Brasil, perdeu R$ 976 milhões em impostos, e de forma indireta, perdeu cerca de R$ 3,5 milhões.


2° Artigo:


Prejuízo com pirataria de software no Brasil mais que dobra e já é 5º no mundo, diz relatório.


O prejuízo que o Brasil teve com pirataria de software mais que dobrou em 2009 e o país já é o quinto no ranking dos países com as maiores perdas em valor monetário provocadas pelo uso de 56% dos programas de computador piratas, segundo o relatório anual da Business Software Alliance (BSA), divulgado nesta terça-feira.





Segundo a organização baseada em Cingapura, o valor do software pirateado no Brasil em 2009 – US$ 2,25 bi (cerca de R$ 4 bi, mais que o dobro do que o prejuízo estimado no relatório do ano passado, de R$ 1,645 bilhão) – fica abaixo apenas de Estados Unidos (US$ 8,39 bi), China (US$ 7,58 bi), Rússia (US$ 2,61 bi) e França (US$ 2,54 bi)

Em todo o mundo, a BSA calcula que o prejuízo à indústria mundial de software tenha batido US$ 50 bilhões no ano passado. No Brasil, 56% dos programas utilizados não teriam a licença necessária,



acima da média mundial de 43%. Em 2008, o índice no Brasil foi de 58%.

O país com maior taxa de uso de programas pirateados segundo o relatório é a Geórgia, com 95%. Em seguida, vêm Zimbábue, Bangladesh, Moldova e Armênia. O Brasil não figura entre os 30 países com maior taxa de uso de software pirata.





3° Artigo:


Microsoft divulga resultados de pesquisas sobre o uso de softwares pirateados




As duas pesquisas incluíram o Brasil e apontam preocupação de consumidores com os riscos de se usar um software sem a qualidade do original.

A Microsoft divulgou esta semana resultados de duas pesquisas encomendadas, como parte de uma iniciativa de conscientização dos danos referentes ao uso de softwares que não são originais.
A primeira, realizada pelo instituto



TNS, teve participação de 38 mil pessoas de 20 países e mostra que um em cada dois usuários se preocupam com os danos que o uso de softwares piratas podem causar ao computador, como perda de dados, ataque de vírus e outras falhas de segurança.


De acordo com a pesquisa da TNS , 70% dos consumidores sabe que um produto original possui qualidade superior ao pirateado, sendo mais fácil de manter atualizações, além de melhor estabilidade e segurança. As pessoas sabem os riscos de utilizar um produto ilegal, não tão seguro quanto o genuíno.


Outro dado aponta para o fato de que 75% dos entrevistados afirmam que os consumidores precisam encontrar outras formas de se proteger contra a venda ilegal de softwares. Não é à toa, portanto, que a Microsoft esteja tão empenhada em sua ação mundial para a educação dos usuários e sua proteção contra este tipo de uso.


A iniciativa da empresa mostra que a prática traz mais riscos do que alguns possam imaginar e chega em parceria com as atividades do Consumer Action Day, uma iniciativa global para chamar a atenção ao problema da pirataria em softwares. 11

Pequenas e médias empresas também são prejudicadas
A segunda pesquisa, feita pela empresa Prince & Cooke, teve participação de 3.650 empresas da América Latina e Caribe (de portes pequeno e médio) e mostrou que 68,6% delas já foram prejudicadas por ataques causados pelo uso de softwares que não eram originais.

Realizado em outubro de 2010, a pesquisa também aponta que 13,6% sofreram perda de informação de pouco ou grande valor, enquanto 17,4% suspenderam as atividades devido a falhas mais complicadas, que impossibilitavam o trabalho.

Apenas 15% dos países conseguem identificar exatamente o quanto perderam com os problemas relacionados ao software pirata, porém, 39% acreditam que os prejuízos são médios e altos. Entre os custos estão reparos de computadores danificados e ataques de vírus que comprometem todo o sistema.

De todas as empresas entrevistadas, as 73% que usavam softwares ilegais sofreram ataques, dos quais 35% foram bem sucedidos. Em todas, informações sobre funcionários e clientes foram coletadas e/ou dados financeiros se perderam.

Microsoft na briga

A Microsoft está interessada em conscientizar os consumidores contra os riscos reais desse tipo de prática e como se proteger dos prejuízos da pirataria. Afinal, quando se usa um software pirata, fica-se exposto não apenas a vírus e à perda de dados, mas também à invasão de sistemas.

No Brasil, a Microsoft está apoiando o Instituto Brasil Legal (IBL) em campanhas para educar os usuários sobre os problemas causados pelo uso de softwares ilegais. 12

Resumo (Artigos 2 e 3):
Conclui-se , após a observação dos textos, que a pirataria de software no Brasil está crescendo. As pessoas, mesmo consciente de que a compra destes produtos é ilegal, continuam adquirindo programas piratas, e este fato é o que contribui para que o número de softwares irregulares no Brasil seja maior que 50%. Os softwares falsificados geram vírus nos computadores em que 13

4° Artigo:

Impostos e pirataria reduzem potencial da indústria de games

Considerado um dos países mais promissores para games, com 40 milhões de jogadores, o Brasil ainda não descobriu como combater a pirataria e estimular a produção nacional do setor.
Segundo levantamento do Conselho de Economia Criativa da Fecomercio e da Abragames, o país movimenta R$ 300 milhões em games, incluindo jogos on-line, para consoles e computador.

Do total, 60% do valor, ou R$ 180 milhões, correspondem ao comércio paralelo, dominado principalmente por CDs falsificados de jogos. "Temos um ambiente propício ao desenvolvimento de games, mas o mercado não chega a 1% do total mundial", diz Adolfo Melito, da Fecomercio.

No mundo, o mercado de jogos movimenta cerca de US$ 32 bilhões (R$ 56 bilhões), puxado pelos EUA. O potencial da indústria brasileira é de R$ 3 bilhões, mas aspectos que envolvem principalmente crédito e tributação inibem o avanço. 14

Segundo o executivo, que deve entregar documento sobre a importância do setor ao ministro Aloizio Mercadante, da Ciência e Tecnologia, tributação e crédito são dois dos principais entraves.

Hoje, os tributos aplicados aos games envolvem 30% de IPI, 9,25% de PIS/Cofins e ICMS entre 18% e 25%.

A proposta a ser apresentada inclui uma "trégua" de cobrança nos tributos por períodos preestabelecidos.

Isso poderia contribuir para aumentar o número de profissionais no setor, que hoje soma 560 pessoas.

Outro aspecto a ser pleiteado é facilidade ao crédito, com redução das garantias e linhas de financiamento com juro zero - mediante a aplicação do IPCA para correção do valor do empréstimo.

Resumo:
Nota-se que o acesso a jogos eletrônicos no Brasil é difícil, pois os preços são elevados por conta dos impostos em excesso. O mercado de games está muito aquecido, e por isso o Brasil cogita a ideia de parar de cobrar alguns impostos por um tempo para incentivar a compra de produtos originais e aumentar o número de profissionais nessa área tão lucrativa 15


5° Artigo:


Mais da metade da população consome pirata; classes A e B lideram.

O consumo de produtos piratas cresceu neste ano e, pela primeira vez, foi realizado por mais de metade da população brasileira (52% ou 74,3 milhões de pessoas), mostra o estudo "O consumo de Produtos Piratas no Brasil" da Fecomércio-Rio/Ipsos. Em 2010, o percentual tinha sido de 48%.

De acordo com a pesquisa, cerca de 6 milhões de brasileiros que não consumiam produtos piratas em 2010 passaram a comprá-los neste ano.

A maior adesão é das classes A e B (57%), que inclusive consomem mais esses produtos do que a C (52%) e as D e E (44%). No ano anterior, 47% dos brasileiros no topo da pirâmide confirmaram que compravam piratas, já a classe média tinha somado 53% e os mais pobres tinham totalizado 39%.

A principal justificativa apresentada para a compra de produtos piratas continua sendo o preço mais em conta (96%). Na sequência aparece a facilidade de encontrar os produtos (14%) e o fato de estarem disponíveis antes do original (9%).

O estudo mostrou também que 82% dos consumidores das classes A e B acreditam que a pirataria alimenta a sonegação de impostos. Para estes, o consumo de produtos piratas também oferece prejuízo ao fabricante ou artista (80%) e prejudica o faturamento do comércio (75%).

No entanto, estes consumidores acreditam cada vez menos que o produto pirata cause desemprego (58% em 2011 ante 67% em 2010) e alimente o crime organizado (63% frente 73% no ano anterior).

Entre os produtos mais comprados estão CD (81%), DVD (76%), roupas (11%), óculos (10%) e calçados, bolsas ou tênis (7%).

Já os consumidores que responderam não consumir deram como justificativa qualidade ruim (60%), falta de garantia (25%), nenhum motivo (18%), temor de ter um prejuízo maior que o benefício financeiro (18%) e prejuízo ao comércio formal (10%).

A pesquisa foi realizada com 1.000 pessoas em 70 cidades do país, incluindo nove regiões metropolitanas. 16

Resumo:
Como podemos observar no artigo acima, mais da metade da população que habita na área urbana, assistem filmes piratas e 45% desta mesma população compra DVD’s piratas, que é a modalidade de pirataria mais praticada.
Segundo a Associação Cinematográfica dos EUA, o consumo de filmes piratas ocasionou uma perca de R$ 4 bilhões ao setor cinematográfico do país.

Já o Brasil , perdeu R$ 976 milhões em impostos , e de forma indireta, perdeu cerca de R$ 3,5 milhões.

Segundo a MPAA, 52% dos brasileiros disseram que teriam visto o filme em sua versão legal caso não houvesse a opção pirata , e a pesquisa ainda mostrou

População e Amostra


População:


Bauru – 344.000 habitantes

São Paulo – 11 milhões de habitantes

Bariri – 31.000 habitantes


Amostra:

Foram distribuídos em torno de 230 questionários entre amostras da população das cidades de Bauru (185), São Paulo (23) e Bariri (22) nos seguistes locais:

Bauru:

Colégio Batista Brasileiro (32)

E.T.E.C - Rodrigues de Abreu (65)

S.E.S.I (40)

Igreja Batista Betel (21)

C.T.I (15)

Unesp "Júlio de Mesquita Filho" (12)

São Paulo:

8° Batalhão da Polícia Militar do Estado de São Paulo (23)

Bariri:

E.E. Ephigênia Cardoso Machado Fortunato (22)


Questionário

1 - Qual seu sexo?
  1. Feminino
  2. Masculino
    2 - Qual a sua idade?

    ______________

    3- Qual a sua escolaridade?
    1. Cursando o Ensino Fundamental.
    2. Ensino Fundamental Incompleto.
    3. Ensino Fundamental Completo.
    4. Cursando o Ensino Médio.
    5. Ensino Médio Incompleto.
    6. Ensino Médio Completo.
    7. Cursando o Ensino Superior.
    8. Ensino Superior Completo.
    4- Qual sua renda familiar?
    1. Abaixo de um salário mínimo.
    2. De um a três salários mínimos.
    3. De três a cinco salários mínimos.
    4. Acima de cinco salários mínimos.
    5 - Qual sua posição em relação à pirataria no Brasil?
    1. Contra, pois prejudica os fabricantes.
    2. A favor, devido ao alto custo de produtos originais.
    3. Contra, mas adquiro produtos pirateados.
    4. Indiferente.
    6 - Você consome produtos pirateados?
    1. Sim.
    2. Não.
    7 - Quais produtos pirateados você mais consome?
    1. Roupas.
    2. Produtos eletrônicos.
    3. CDs/DVDs.
    4. Software.
    5. Outros.Quais?________________
    6. Não consumo produtos pirateados.
    8 - Qual a qualidade dos produtos pirateados que você adquire?
    1. Boa.
    2. Regular.
    3. Ruim.
    4. Não consumo produtos pirateados.
    9 - Você já passou pela experiência de adquirir um produto pirata que ao menos sequer funcionou?
    1. Sim. Qual? ____________
    2. Não.
    10 - Você pesquisa o preço do produto original antes de adquirir o pirateado?
    1. Sim.
    2. Não.
    3. Varia de acordo com o produto.
    11 - Você deixaria de consumir produtos piratas para diminuir a Pirataria no Brasil?
    1. Sim, o consumo de produtos pirateados interfere negativamente o desenvolvimento do país.
    2. Sim, se os preços dos produtos originais fossem mais acessíveis.
    3. Não consumo produtos piratas.
    12 - Qual dos métodos abaixo você acha que seria capaz de combater a pirataria?
    1. Preço mais acessível aos produtos originais.
    2. Conscientização da população.
    3. Fiscalização intensiva.
    4. A pirataria não deve ser combatida.
    13 - Você conhece ou já ouviu falar a respeito dos projetos S.O.P. A ( Stop Online Piracy Act ) e P.I.P.A (Project Intellectual Property Act )? Você os apoia?
    1. Sim. A ideia criada nos projetos seria útil na sociedade.
    2. Não apoio os projetos, pois sou a favor da pirataria.
    3. Sim. Indiferente.
    4. Não. Sem condições de se posicionar a respeito.
    14 - Supondo que você tenha R$60,00 para gastar com CDs:
    1. Você adquire um CD original que custe o mesmo valor.
    2. Você compra CDs piratas.
    3. Dependendo das influências compraria produtos originais
    15 – Fazer o download de músicas e filmes sem autorização é crime. Você concorda com essa lei?
    1. Concordo, essa atitude prejudica empresas musicais e cinematográficas.
    2. Discordo, esse serviço deveria ser autorizado.
    16 – Você confia em sites que dizem vender produtos originais, mas não possuem certificado de segurança?

    1. Não, mas compro porque os produtos são mais baratos.
    2. Não, pois já tive a experiência de não receber o produto comprado.
    3. Não, pois não são sites oficias das marcas.
    4. Sim, pois já tive a experiência de receber o produto comprado.

    Questões


    1-Qual seu sexo?

    O intuito desta questão é verificar qual é o gênero que mais preencheu os questionários.
    Tabela 1: Distribuição de gêneros dos respondentes

     Gráfico 1:






    Observações:
    ·     A maioria dos entrevistados é do sexo feminino.


    2 – Idade
    O intuito desta questão e verificar a faixa etária dos entrevistados.
    Tabela 2: Distribuição de entrevistados por faixa etária




    Rol 
    11  15  15  16  19 
    11  15  15  16  19 
    11  15  15  16  19 
    12  15  15  16  20 
    12  15  15  16  20 
    12  15  15  16  20 
    12  15  15  16  20 
    12  15  15  16  21 
    13  15  15  16  21 
    13  15  15  16  22 
    13  15  15  16  22 
    13  15  15  16  22 
    13  15  15  16  22 
    13  15  15  16  24 
    13  15  15  16  25 
    14  15  15  16  26 
    14  15  15  16  27 
    14  15  15  16  27 
    14  15  15  16  30 
    14  15  15  16  31 
    14  15  16  16  31 
    14  15  16  16  32 
    14  15  16  16  33 
    14  15  16  16  33 
    14  15  16  16  34 
    14  15  16  16  35 
    14  15  16  16  36 
    14  15  16  16  37 
    14  15  16  17  37 
    14  15  16  17  37 
    14  15  16  17  38 
    14  15  16  17  39 
    14  15  16  17  40 
    14  15  16  17  40 
    14  15  16  17  40 
    14  15  16  17  41 
    14  15  16  17  43 
    15  15  16  17  43 
    15  15  16  17  44 
    15  15  16  17  44 
    15  15  16  18  44 
    15  15  16  18  45 
    15  15  16  18  46 
    15  15  16  18  47 
    15  15  16  18  51 
    15  15  16  19  52 

    Gráfico 2:

    Observações:
    ·     A maioria dos entrevistados está na faixa etária de 10 a 19 anos pelo fato da pesquisa ter sido mais exposta em escolas de ensino médio e fundamental.
    ·     Há uma pequena porcentagem de idosos que preencheram o questionário.



    3- Qual a sua escolaridade:
    O intuito desta questão e analisar a escolaridade dos entrevistados.
    Tabela 3: Divisão dos entrevistados dos por grau de escolaridade.





    Observações:
    • Grande parcela da amostra está cursando o Ensino Médio. 
    • Não há pessoas com o Ensino Fundamental Incompleto. 

    4- Qual sua renda familiar?
    O intuito desta questão é observar a renda familiar dos entrevistados e relacioná-la com o tema do trabalho.
    Tabela 4: Divisão dos entrevistados por renda familiar.

    Gráfico 4:


    Observações:
    ·     A maioria da amostra tem uma renda familiar de três a cinco salários mínimos.
    ·     Uma quantidade muito pequena possui renda menos que um salário mínimo.

    5 - Qual sua posição em relação à pirataria no Brasil?
    O intuito desta pergunta é analisar qual a posição da amostra de Bauru e região sobre a Pirataria no Brasil.
    Tabela 5: Divisão dos entrevistados pela posição em relação à pirataria no Brasil.

    Gráfico 5:



    Observações:

    1. A amostra pesquisa é a favor da pirataria, um resultado já esperado pelo grupo.
    2. Uma parcela significativa é indiferente ao tema.


    6 - Você consome produtos pirateados?
    O intuito era saber os hábitos de consumo de produtos piratas das pessoas que preencheram o questionário. 
    Tabela 6: Divisão dos entrevistados em relação a se consomem produtos pirateados ou não.


    Gráfico 6:




    Observações:

    1. Uma enorme quantidade consome produtos pirateados, mesmo sendo um crime.

    7 - Quais produtos pirateados você mais consome?
    O intuito era conhecer os produtos pirateados consumidos com mais frequência pela amostra.

    pela amostra.
    Tabela 7: Divisão dos entrevistados em relação aos produtos mais consumidos por eles


    Gráfico 7:



    Observações:

    1. Com uma grande diferença das outras opções, Cds e Dvds são os itens piratas mais comprados.

    8 - Qual a qualidade dos produtos pirateados que você adquire?
    O intuito desta questão era adquirir informações sobre a qualidade dos produtos pirateados. Tabela 8: Divisão dos entrevistados em relação à qualidade dos produtos pirateados

    Gráfico 8:




    Observações:

    1. Somente uma pequena parcela dos entrevistados classificou os produtos como ruim.


    9 - Você já passou pela experiência de adquirir um produto pirata que ao menos sequer funcionou?
    Analisar as experiências dos entrevistados relacionadas a qualidade dos produtos. 
    Tabela 9: Divisão dos entrevistados em relação a,se já tiveram a experiência de adquirir um produto pirateado. 

    Gráfico 9:




    Observações:

    1. A diferença entre as duas opções não é tão grande quanto o esperado.


    10 - Você pesquisa o preço do produto original antes de adquirir o pirateado?

    O intuito é saber os hábitos de consumo da amostra. 
    Tabela 10: Divisão dos entrevistados em relação a se pesquisam o preço do produto origina ande de adquirir o produto pirateado.

    Gráfico 10:




    Observações:

    1. A amostra busca o preço dos produtos originais, em sua maioria.


    11 - Você deixaria de consumir produtos piratas para diminuir a Pirataria no Brasil?
    O intuito é descobrir se os entrevistados deixariam de consumir produtos mais baratos, porém ilegais, para auxiliar no combate a Pirataria. 
    Tabela 11: Divisão dos entrevistados em relação q se eles deixariam ou não de consumir produtos pirateados para diminuir a pirataria.


    Gráfico 11:



    Observações:

    1. A amostra mostra que realizaria o mesmo, com a condição de preços mais acessíveis.


    12 - Qual dos métodos abaixo você acha que seria capaz de combater a pirataria?
    O intuito é saber qual a ideia que a amostra acredita ser mais eficaz no combate a pirataria.

    Tabela 12: Divisão dos entrevistados em relação a qual método eles acham capazes de combate a pirataria.


    Gráfico 12:



    Observações:

    1. Amostra confirma o resultado da questão anterior.

    13 - Você conhece ou já ouviu falar a respeito dos projetos S.O.P. A ( Stop Online Piracy Act ) e P.I.P.A (Protect Intellectual Property Act )? Você os apoia?

    O intuito é saber sobre a informações da amostra sobre as atualidades do tema.
    Tabela 13: Divisão dos entrevistados em relação ao conhecimento dos projetos.

    Gráfico 13:





    Observações:


    1. A maioria dos entrevistados não conhece estes projetos, que mostra que a procura por atualidades deste tema é baixa.

    14 - Supondo que você tenha R$60,00 para gastar com CDs:

    O intuito é conhecer o que os entrevistados fariam em uma situação hipotética que envolve produtos pirateados.
    Tabela 14: Divisão dos entrevistados em relação com o que gastaria se tivesse R$ 60,00.

    Gráfico 14:




    Observações:

    1. Com uma pequena vantagem a opção escolhida seria a compra de produtos pirateados.
    2. Fatores externos influenciam na hora da compra.


    15 – Fazer o download de músicas e filmes sem autorização é crime. Você concorda com essa lei?
    O intuito desta questão é saber a opinião da amostra sobre uma situação já inserida no cotidiano dos brasileiros. 
    Tabela 15: Divisão dos entrevistados em relação a se eles concordam ou não com download de musicas e filmes sem autorização.


    Gráfico 15:




    Observações:

    1. Por ser algo muito comum, a maioria acredita que deveria ser autorizado.


    16 – Você confia em sites que dizem vender produtos originais, mas não possuem certificado de segurança?
    O intuito é saber o nível de confiança dos entrevistados em sites que oferecem produtos originais porém não possuem certificado de segurança.
    Tabela 16: Divisão dos entrevistados em relação a se eles confiam no certificado de segurança dos sites que vendem produtos originais.
    Gráfico 16:



    Observações:Há desconfiança sobre sites desse gênero.


    Considerações Finais


    O trabalho nos chamou muita atenção, pelo fato de termos que nos dedicar por muitos meses para que ele saísse com o resultado adequado. Através das pesquisas concluímos que a maioria da população de Bauru e região é a favor da pirataria, isso era esperado. O que mostra que a população não se atenta aos direitos autorais e os prejuízos que esse crime ocasiona para as indústrias e a economia do país.


    E observamos que a maioria dos entrevistados eram mulheres, e relacionamos ao fato de mulheres serem mais atenciosas e sensíveis para um tema como esse.


    Notamos também que a maioria dos produtos foi classificada com boa qualidade, mas devemos lembrar que se compararmos com os produtos originais, as vantagens do mesmo será maior.


    Então concluímos que a população está muito mais preocupada com sua situação financeira do que com a pirataria ser um crime e trazer malefícios à economia em geral. 45


    Recomendações


    Durante todo o desenvolvimento do projeto durante o ano percebemos que grande parte da população consome produtos pirateados apensas devido ao fato do alto preço dos produtos originais. Por sua vez, o alto preço é o resultado de altas taxas de impostos que são colocados sobre os produtos.


    Conseguimos entender com clareza os entrevistados já que também somos vitimas de preços absurdos.


    Contudo, um produto tendo um alto preço não nos dá o direito de infringir uma lei.

    Devemos nos posicionar diante dessa situação com integridade, e desenvolver maneiras de chamar a atenção do governo para esse problema, através de protestos, passeatas, abaixo-assinados e até outras opções de compra dos produtos caros. 46

    Anexos

    Anexo 1:

    Nua escritora faz protesto contra pirataria em livraria de São Paulo

    Vanessa de Oliveira discursou contra venda ilegal de livros no domingo (12). 'Brasileiro não lê por costume, e não porque livro é caro', afirmou.

    A escritora Vanessa de Oliveira ficou nua para protestar contra a pirataria de livros na tarde deste domingo (12) na livraria Martins Fontes da Avenida Paulista, em São Paulo. Sem nenhuma peça de roupa e com o corpo pintado, ela atraiu curiosos e fotógrafos ao falar sobre sua campanha e lançar o livro "Psicopatas do coração".

    A ex-garota de programas de 37 anos começou sua missão contra a pirataria e ganhou fama ao aparecer nua em frente ao palácio do governo do Peru em julho, quando descobriu que uma de suas obras - "O diário de Marise - A vida real de uma garota de programa" – era vendida em barraquinhas clandestinas nas ruas da cidade.

    Na livraria, ela falou que a pirataria atrapalha a indústria, já que as baixas vendagens acabam desestimulando novos escritores, que não veem um futuro na profissão. "Se forem retirados todos os impostos dos livros, o preço vai ser reduzido. Cultura tem que ser disseminada, mas não dá para querer livro 100% grátis. Dá para existirem melhores condições. Quem aqui de vocês poderia trabalhar de graça? Ia amar se pudesse trabalhar de graça e ficar escrevendo", afirmou, de pé, em cima de uma mesa no local.

    Para ela, piratear livros não pode ser considerado um ato justificável nem pelo suposto alto preço das publicações. "Brasileiro não lê não porque livro é caro, já que biblioteca é de graça. Emprestar livro é de graça. Toda cidade tem uma biblioteca municipal e 75% das pessoas nunca pisaram dentro de sua biblioteca. Brasileiro não lê por costume, só que dá desculpinha de que não lê porque é caro e torra 40 'paus' em cerveja no final de semana".

    Seu novo livro, "Psicopatas do coração", é, segundo ela, um romance de auto-ajuda. "É para aquelas pessoas que se casaram com um príncipe encantado e, depois de seis meses, o cara se transformou completamente e virou um psicopata. 47

    Eu passei por essa história, fui casada com um psicopata. Todos os meus livros são baseados em algum tipo de experiência que eu tive na vida", falou.

    Por fim, ela disse que espera tornar internacional a campanha "pirataria não", lembrando que tudo começou de forma pequena na cidade de Lima, mas que suas ações já estão rendendo frutos. "Nada impede de que tudo isso consiga ganhar repercussão mundial. No final do ano eu vou para a Feira de Guadalajara, no México, que é a mais importante no mundo", afirmou. "Pretendo estar lá protestando, se a polícia não me prender", concluiu, afirmando em seguida que o protesto havia chegado ao fim por conta dos policiais que se aproximavam do local.



    Anexo 2:

    Debate: pirataria de software

    Entenda um pouco mais sobre as causas e consequências desta prática, que afeta, direta ou indiretamente, a todos nós.

    O crime da pirataria é caracterizado pela distribuição, cópia ou venda de qualquer tipo de mercadoria sem que os envolvidos paguem os direitos autorais que abrangem a sua criação, imagem e outras características inerentes a ela, incluindo o próprio direito ao uso de suas funções.

    O ato ilícito ocorre nos mais variados produtos: peças de vestuário, calçados, remédios e até os softwares de computador, foco principal deste artigo. É fundamental que busquemos entender as causas e conseqüências dessa prática, aprimorando o nosso senso crítico como cidadãos.

    Formas mais conhecidas

    Como mencionado acima, a pirataria é relacionada a atos que burlam as leis de direitos autorais. Em praticamente todos os casos, as licenças de softwares não são respeitadas. Elas são disponibilizadas gratuitamente em cópias ilegais pela Internet ou em lojas, que as distribuem em preços bem menores do que as versões pagas.

    Os programas, sistemas operacionais e jogos passam por um processo de engenharia reversa, em que o cracker, conhecedor da estrutura desses aplicativos, cria uma maneira de fazê-lo funcionar gratuitamente, o que motiva os usuários a não optarem pelo produto original.

    O "desconhecimento" das licenças

    Uma das formas que engloba a pirataria que muitos parecem desconhecer é o real sentido da aquisição da licença de um software. Quando você compra um sistema operacional, como o Windows Vista, por exemplo, a licença que permite sua utilização estipula a instalação dele em apenas um computador.

    Ao adquirir o produto, muitas pessoas, até mesmo no mundo empresarial, pensam que têm o direito de colocá-lo em diversas máquinas, emprestando também para vizinhos e amigos, o que, segundo os termos de uso do próprio sistema, configura o crime de pirataria.

    No entanto, vale lembrar que muitas licenças permitem a utilização do seu software em diferentes computadores. Alguns jogos também podem ser instalados em um certo número 49

    específico de máquinas. O fato é que os termos de uso disponibilizados pelos desenvolvedores precisam ser lidos atentamente para evitar problemas nesse sentido.

    Pirataria no mundo

    Um dos pontos que mais chama a atenção quando se trata de cópias ilegais de software é quanto ao percentual que a prática abrange em diferentes regiões do mundo. Antes de continuarmos, confira abaixo o gráfico a respeito do tema.


    Como é possível observar, América do Norte e Europa Ocidental são as partes do mundo em que menos ocorre a prática da pirataria. Alguns dos motivos que levam a esses números são bem claros, como o maior poder aquisitivo da população e o preço comparativamente menor pago pelos próprios aplicativos, além da maior fiscalização e punição quanto ao crime.

    Por outro lado, em regiões do mundo onde a renda é menor e o preço pago pelos softwares elevado, a pirataria aumenta drasticamente. Fatores históricos e sociais também são de grande influência nesses números.

    Desvantagens

    A única "vantagem" real apresentada por um software ilegal é a diferença de preço em relação ao original. Todas as características do produto licenciado, como a garantia, além de suporte e atualizações de segurança, não existem ao adquirir o pirata.

    Outra grande desvantagem que muitas vezes passa despercebida é a quantidade de dinheiro desperdiçada no processo, além dos custos em desenvolvimento e distribuição arcados pelas empresas criadoras dos programas. 50

    Segundo os dados do estudo sobre a pirataria da "Business Software Alliance" (BSA), o Brasil perdeu 1,645 bilhão de reais no ano passado com a pirataria de software.

    Isso barra a criação de novos empregos e reduz os ganhos das desenvolvedoras de aplicativos, além da arrecadação de impostos com os softwares legítimos.

    Se todos comprassem programas originais, o preço reduziria em comparação à realidade atual. 51

    Anexo 3:

    Projetos Antipirataria 2012


    No começo de 2012 foram criados dois projetos contra a pirataria virtual, que foram nomeados como: Stop Online Piracy Act (S.O.P.A) e Protect IP Act (P.IP.A). Os criadores foram um grupo de pessoas representadas por dois senadores renomados do congresso dos Estados Unidos: Lamar Smith e Patrick Leahy



    O objetivo desses projetos seria acabar com a pirataria virtual que pode ser definida como o compartilhamento de qualquer arquivo do gênero de entretenimento, como por exemplo, vídeos, filmes, músicas, sem que o verdadeiro criador dos mesmos seja ressarcido.

    Após a divulgação das ideias, se formaram dois grupos de empresas: as empresas que apoiaram e as que discordavam dos projetos.

    As que apoiaram foram as empresas cinematográficas e as empresas musicais: Disney, Marvel, Copyright, Sony e etc. As que foram contra eram as empresas de entretenimento: Facebook, Youtube, Yahoo, Megaupload. 52

    Algumas empresas que não apoiaram os projetos fizeram algumas manifestações:

    o Facebook, por exemplo, tirou seu funcionamento da web por algumas horas durante alguns dias como forma de protesto, que se nomeou blackout.

    Surgiram algumas duvidas sobre como esses projetos conseguiriam atuar na web e a explicação foi a seguinte: os representantes transformariam os projetos em leis que dariam o direito as empresas que se julgam vitima desse tipo de pirataria virtual bloquearem o acesso a certos websites que possam conter conteúdos que interfiram negativamente na econômica das empresas. Entretanto, para uma ler ser vigorada, é preciso que haja um acordo entre os criadores da lei e os representantes do Congresso dos EUA. E foi exatamente isso que vetou o funcionamento dos projetos. Não estava havendo acordo algum mesmo com os prolongamentos de reuniões entre os envolvidos. 


    Com o tempo passando entre as reuniões, o número de pessoas que eram contra esse tipo de projeto aumentou muito, fazendo com que as empresas que antes apoiavam os projetos desde o inicio da divulgação, retirassem os seus apoios cada vez mais, até que os representantes dos projetos não tinham mais "forças" para dar andamento aos planos. O que marcou o fim do SOPA e do PIPA. 



    Anexo 4:

    Fórmulas estatísticas usadas no trabalho:

    Referências


    - http://www1.folha.uol.com.br/mercado/903610-55-da-populacao-urbana-ve-filmes-piratas-no-brasil.shtml (16/05/2012)
    - http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/05/100511_piratariarelatorioebc .shtml (16/05/2012)
    - http://www.tecmundo.com.br/microsoft/6578-microsoft-divulga-resultados-de-pesquisas-sobre-o-uso-de-softwares-pirateados.htm (18/05/2012)
    - http://www1.folha.uol.com.br/mercado/887219-impostos-e-pirataria-reduzem-potencial-da-industria-de-games.shtml (01/06/2012)
    - http://www1.folha.uol.com.br/mercado/977400-mais-da-metade-da-populacao-consome-piratas-classes-ab-lideram.shtml (11/06/2012)
    - http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2012/08/nua-escritora-faz-protesto-contra-pirataria-em-livraria-de-sao-paulo.html (16/05/2012)
    - http://www.tecmundo.com.br/pirataria/2804-debate-pirataria-de-software.htm#ixzz23zm6n5W1 (21/09/2012)
    - http://pt.wikipedia.org/wiki/Pirataria_moderna (21/09/2012)
    - http://www.mundoeducacao.com.br/sociologia/a-pirataria-crime.htm (21/09/2012)


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